LOCALIDADE
Fiambalá
Banhos termais, dunas e vinhedos aos pés do Pissis: o oásis mais alto do noroeste.
Fiambalá é a última grande cidade antes de cruzar a cordilheira em direção ao Chile pelo Passo San Francisco. Situada a 1.505 metros acima do nível do mar, no oeste de Catamarca, é um oásis verde cercado por algumas das geografias mais extremas da Argentina: deserto elevado, dunas de até 70 metros de altura e uma cadeia de montanhas que abriga os vulcões mais altos do mundo, depois do Aconcágua.
A identidade de Fiambalá é construída em torno da água que desce pela montanha. As termas de Fiambalá, naturais e conhecidas desde os tempos pré-hispânicos, são a principal atração: quatorze piscinas escalonadas em uma encosta, com temperaturas que variam de 30 a 50 graus, dependendo da altitude, cercadas por vegetação nativa. Funcionam durante todo o ano e são parada obrigatória para quem visita a região.
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- Termas de Fiambalá**: complexo termal natural a 17 km do centro. Acesso pago, aberto o ano todo.
- Duna Mágica**: uma das dunas mais altas do mundo (70 metros), ideal para a prática de sandboard e trekking.
- Rota Sísmica**: corredor com seis vulcões acima de 6.000 metros, incluindo o Pissis (6.795 m), o segundo vulcão ativo mais alto do planeta.
- Vinícolas de grande altitude**: Fiambalá cultiva videiras a mais de 1.500 metros de altitude. Visitas guiadas a vinícolas como Don Diego e Saleme.
- Igreja de San Pedro** (século XVIII): uma joia do barroco colonial andino, declarada Monumento Histórico Nacional.
- Termas e Termas dos Vulcões**: fontes termais naturais sem infraestrutura, na rota para o Passo de São Francisco.
Como chegar: Fiambalá fica a 320 km da capital de Catamarca e a 50 km de Tinogasta, sua sede departamental. Acesso pela Rota Nacional 60. O aeroporto mais próximo é o da capital de Catamarca.
Quando visitar: As fontes termais funcionam durante todo o ano, mas a melhor época para combinar fontes termais e paisagem é entre março e novembro. No verão (dezembro-fevereiro), há frequentes tempestades na cordilheira que podem fechar passagens e estradas secundárias.
Vida local: Fiambalá mantém uma forte identidade rural e um forte componente de descendentes do povo Diaguita original. A culinária local mistura produtos andinos (humitas, locro, tamales) com influência colonial e vinhos de alta qualidade.